No esporte de alto nível ninguém é avaliado por discurso. Cada movimento vale −1, 0 ou +1, e o placar é a soma. O Ignatius aplica isso ao seu dia.
Sem escrever texto. Sem nota de 0 a 10 para calibrar. São três opções — e três é pouco o bastante para você responder no elevador, sem ficar decidindo entre o 6 e o 7.
Um diário que pede parágrafo morre na terceira semana. Um que pede um toque por competência sobrevive a agosto — e é a sobrevivência que produz o dado.
Um problema no trabalho às três da tarde vira irritação no jantar, treino pulado e noite mal dormida. Um −1 contamina quatro.
O −1 fica onde aconteceu. Você o anota, encerra e joga o ponto seguinte. O dia ainda fecha positivo.
Um dia isolado não diz nada. Duzentos dias mostram a direção — e mostram coisas que ninguém percebe vivendo.
Números reais de oito meses de uso contínuo. A curva sobe devagar — e é assim que ela se sustenta.
Treino não é competência avaliada — é fato registrado. Tipo, duração, e opcionalmente onde foi e uma foto.
O lembrete diário chega no horário que você escolher, no fuso onde você está — e não chega nos dias em que você já registrou.
Não há histórico para importar nem configuração para montar. Você entra, marca as competências de hoje e já tem o primeiro ponto do placar.